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O Cores do Tempo é um projeto multimídia criado por estudantes de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), na Faculdade de Comunicação, Artes e Design (FAMECOS). A iniciativa nasce do desejo de dar visibilidade às trajetórias de pessoas LGBTQIAPN+ que envelhecem em uma sociedade ainda marcada pelo etarismo.
Com olhar jornalístico, nosso objetivo é registrar e produzir um material que vai além do conteúdo: um espaço de memória, acolhimento e reconhecimento, tratando o envelhecer não apenas como passagem do tempo, mas como parte essencial da memória e da identidade da comunidade. Ao reunir essas trajetórias, buscamos destacar contrastes entre gerações e mostrar como desafios, conquistas e formas de pertencimento ajudaram – e continuam ajudando – a transformar a sociedade.
Através de vídeos, textos e presença nas redes sociais, o Cores do Tempo te convida a refletir sobre pertencimento, diversidade e dignidade no processo de envelhecer.
DADOS SOBRE A COMUNIDADE LGBTQIAPN+
3 MILHÕES
Segundo o IBGE (2023), o Brasil tem cerca de 3 milhões de pessoas LGBTQIA+ com mais de 50 anos, grupo que cresce de forma acelerada, mas ainda carece de políticas públicas específicas.
Acesso à saúde para pessoas a partir de 50 anos que pertencem a comunidade LGBTQ+ (31%) tem atendimento pior do que aquela da mesma faixa etária que não faz parte do grupo (18%).
70%
A ONG Eternamente Sou, de São Paulo, estima que 70% das pessoas LGBT+ idosas vivem sozinhas - muitas por terem sido afastadas da família de origem.
Cerca de 80% das mulheres heterossexuais já tinham feito mamografia ao menos uma vez, entre as lésbicas esse número cai para 40%.
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